É imperativo entender que a jornada da vida se dá pelo somatório de ciclos que vão se iniciando e terminando conforme a caminhada avança.
A não compreensão desse movimento de início, meio e fim das muitas fases que preenchem nosso livro pessoal de história é uma das grandes causas de angústia e desorientação pelas quais muitas pessoas passam, freando a evolução natural do ser.
Por óbvio, há de se entender que não se trata de uma aceitação fácil e natural. O apego a determinados recortes de tempo, especialmente os que foram preenchidos por sensações de satisfação e felicidade, tendem a ser os mais desafiadores.
Quem não daria tudo para voltar a certas épocas da vida e ficar lá por mais tempo? E não há nada de errado nisso. O passado com aromas adocicados faz bem sim. No entanto, precisa ser aceito como inacessível para uma repetição.
Essa falta de permissão, inclusive, não acontece só pelo que está em nós; mas especialmente pelos aspectos externos, que não estão sob nosso controle: outras pessoas (até podem ser as mesmas, mas elas certamente mudaram), outros ambientes, outras condições e etc… e até nós mesmos, porque, por mais que pensemos o contrário, já mudamos em relação ao que passou.
Enfim, aproveite ao máximo cada ciclo de sua vida e as muitas histórias experiências que eles produzem. Se precisar revisitar o tempo passado, faça de onde está, como alguém que apenas aprecia a vista de um vale que ficou para trás. Viver é um verbo que se conjuga no presente com intenções de futuro, porque no passado ele é apenas o substantivo que sustenta sua linda e inigualável história.
No programa JORNADA DA EVOLUÇÃO, eu trabalho esses e muitos outros conceitos de elevação da expansão de consciência e amadurecimento dos indivíduos, seja em ambientes corporativos ou para alinhamentos pessoais.
*recorte da participação no podcast FALA MAIS
